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Tenho 23 anos, sei que há algo de errado
comigo, na maioria das vezes, aparento ser uma pessoa triste, um rosto
bonitinho, porém fechado. De um certo tempo pra cá, costumo abrir e fechar
portas, subir e descer degraus de escadas repetidamente, voltar trechos no
momento de oração, abrir e fechar vazilhames, enfim, chego até a pensar que
isso pode ser espiritual. Também me vejo na condição de que em qualquer
momento meu de tristeza sinto a necessidade de comprar algo, qualquer coisa que
alivie aquele aperto no coração. Agora que encontrei esse site, gostaria que
alguém que sofresse dos mesmos sintomas e que obtiveram um resultado, pudesse
me ajudar a encarar esse transtorno, pois, nem sei a que tipo de médico devo
procurar.
Um psiquiatra com experiência em tratamento de
Distúrbio Obsessivo Compulsivo.
Eu tenho estes sintomas desde
os seis anos de idade. Se encosto com uma das mãos ou um dos braços tenho que
encostar com o outro, fico vários minutos antes de subir na cama, tenho que
ficar olhando onde piso para ver com qual pé pisar não desço no meio da
calçada tenho uns pensamentos estranhos, conto até 4 antes de fazer algo ou
tenho que fazer as coisas quatro vezes, perco a conta d quantas vezes lavo as mãos, e
inúmeras outras coisas (Tudo por causa de pensamentos que não consigo controlar sobre coisas que vão acontecer de ruins com pessoas que eu gosto.
Hoje tenho 18 anos e ainda tenho isso, por favor me indique o que posso fazer para tratar, onde posso procurar ajuda? E meus descendentes nascerão com isso?
Parece ser um TOC, procure um
psiquiatra. Qto a seus descendentes, TOC não impede ninguém de ter filhos. eles
têm uma probabilidade de sofrerem do problema um pouco maior q outras pessoas, mas ainda assim
essa probabilidade é muito pequena.
Sofro de depressão com sintomas
obsessivos, ansiedade e pânico e gostaria de saber se esse meu problema pode
evoluir para esquizofrenia?
A resposta para 99,999999% dos
casos é não.
Gostaria de saber como a
terapia cognitiva intervém em pacientes que apresentam somente pensamentos
obsessivos SEM rituais
Para tratar o transtorno
obsessivo com a terapia comportamental cognitiva não é obrigatório que o
paciente tenha rituais. Quando os pensamentos repetitivos são os principais sintomas
do Distúrbio Obsessivo Compulsivo (TOC ou DOC), existem tanto exercícios comportamentais para modificar a
freqüência dessas obsessões, como técnicas cognitivas (de avaliação e
validação dos pensamentos) para modificar a qualidade e presença dos mesmos.
Atenciosamente, Giuliana Cividanes
Penso constantemente que estou
sendo seguida por alguém, tenho pânico de andar de avião que o simples
pensamento desta hipótese me tira o sono. Vivo pensando que tenho câncer e que
os médicos não descobrem ou não querem me contar. Toda vez que alguém de
minha família fica doente, entro em pânico e tenho que tomar calmante para
dormir. Tenho pensamentos que às vezes me desligam da realidade e me sinto como
se vivesse um mundo à parte desse que vivo, com pessoas diferentes. Poderiam
por favor me dizer o que é isso e porque ocorre?
São pensamentos obsessivos
acompanhados de uma ansiedade muito grande que quase chegam a ser um ataque de
pânico, . Esse "desligamento da realidade" se chama Desrealização.
Tratamento geralmente super rápido e simples.
Desde criança, eu
sempre tive vontade de comer vela, borracha e giz de cera. Já tenho 25 anos e
não sei o que fazer, já tomei um monte de purgantes porque minha vó falou que
deveriam ser vermes, mas nunca deu certo. Já tive depressão crônica, mas
nunca associei com isso porque hoje em dia estou bem (só tomando Paroxetina para manutenção) mas continuo com a mesma vontade de comer esses itens. O que
eu devo fazer? Desde já agradeço a atenção!
Provavelmente é
uma doença chamada Pica, de causa desconhecida e tratamento difícil. Procure a
Universidade do DF, Departamento de Psiquiatria.
Tenho algumas
manias e gostaria de saber se tratam de TOC:
1- Sempre que
penso em alguma coisa negativa, procuro me benzer 02 vezes e apertar o dedo
indicador com a unha, pois li, há muito tempo, em um livro, que isso era bom
para acabar com os maus pensamentos, que no meu caso são freqüentes. Costumo
dizer que sou comandada pela minha mente, pq às vezes não consigo controlá-la.
2- Tenho mania de contar as letras contidas em cada frase e depois transformar o
número encontrado em uma letra do alfabeto. Ou então, ao ver uma seqüência de
números, somá-lo e transformá-lo em uma letra do alfabeto. Por exemplo: se a
soma deu 23=letra Z; 25=letra B (23= Z + 02 = B) e por aí vai. Pior ainda, tenho necessidade de inverter também os números para ver que letra vai dar
(ex. : o inverso de 25 = 52 = letra F). Faço isso em questão de segundos, por
isso poucas pessoas que sabem, ou pensam que sou maluca, ou pensam que sou
super-dotada ou pensam que não tenho o que fazer. Acabo não tendo coragem de
falar sobre isso com pessoas próximas.
3- Quase tudo o que leio ou ouço, eu tenho que transformar de trás pra frente.
Por exemplo: Brasil = lisarb. Isso às vezes me dá até dor-de-cabeça, pois
sinto necessidade de inverter frases inteiras. 4- Sinto também necessidade de
dividir as sílabas em grupos combinados (ex. : sílabas = sil-a-bas; grupos =
gr-up-os; gru-pos; etc. ) 5- Se alguém me tocar em um braço, encostar alguma
coisa quente ou gelada, ou gritar em um ouvido, tem que fazer isso do outro lado,
senão me dá uma profunda agonia. 6- Já tive ou ainda tenho outras
manias pequenas como piscar os olhos com freqüência (infância/adolescência),
enrolar o cabelo no dedo (até dormindo eu faço isso), me benzer na frente de
uma Igreja SEMPRE que passar por uma, independente do número de vezes e me
benzer ao entrar no mar.
Hoje estou com 27 anos, sou economista, sou casada e gostaria de saber se isso poderá afetar
minha vida pessoal ou profissional.
Alguém tem
dúvida ? Não precisa pedir placas, pular e nem pedir ajuda aos universitários.
Se atrapalha ou não sua vida, você sabe melhor do que ninguém. Se irá atrapalhar
mais, você tendo 27 anos, estatisticamente falando
a resposta é sim.
Tenho um filho de 13 anos,
tímido, um pouco inseguro em resolver determinadas coisas e o que me preocupa
mais, ele tem cuidados excessivos com as coisas que lhe pertencem. Tudo
dele tem que ficar como ele deixou, ninguém pode nem colocar a mão nas suas
coisas que ele chora. Tudo dele tem que ser impecável, tudo 100%. Ele sai com um
tênis e não aceita sujar, ele fica passando a mão p/ limpar, ninguém pode
encostar que ele logo começa chorar. Será que ele pode esta tendo essa doença
TOC? Aguardo alguma resposta. Obrigado!
Se não estiver desenvolvendo
um Transtorno Obsessivo Compulsivo pode estar desenvolvendo uma personalidade bem obsessiva, que também mereceria
uma atenção enquanto está nessa idade.
Tenho 39 anos e nunca
apresentei nenhum sintoma próximo a depressão. Adoro viajar, fazer trilhas, curtir
natureza, já fiz rappel, rafting, vôo de ultra-leve e o único medo que
senti foi aquele normal, que todo mundo tem quando entra numa montanha russa. Mês passado tive
assim, no meio do nada uma crise de Pânico. Até
diagnosticarem passei por uma série de exames para detectar que tenho saúde
perfeita. Tive uma recaída semana passada mas foi bem mais fraca, sabendo do
que e tratava consegui me controlar melhor. O Psiquiatra me passou Rivotril e
Fluoxetina e insistiu que tenho TOC mesmo sem eu ter identificado nenhum dos
sintomas. Minha pergunta é: posso me livrar dessa síndrome sem medicamentos?
Pânico é pânico, Transtorno Obsessivo Compulsivo
é Transtorno Obsessivo Compulsivo. Transtorno Obsessivo Compulsivo pode ter ataques de pânico.
Transtorno Obsessivo Compulsivo não costuma começar aos 39 anos. Sem
diagnóstico exato, como saber o tratamento necessário ?
Tenho TOC já diagnosticado por
um médico e tomo AROPAX na dose de 20mg há mais de 5 anos. O efeito do
remédio junto com a terapia cognitiva específica para OCD é perfeito, ou seja,
não realizo mais as compulsões (apesar de ainda existirem pensamentos
obsessivos). Entretanto, estou sofrendo muito com um dos efeitos colaterais do
remédio. Eu fico com sono o dia inteiro e não tenho disposição para realizar
atividades físicas e nem para trabalhar. O que fazer? Já interrompi o
tratamento 5 vezes por causa deste efeito colateral. Será que Zoloft ou outro
remédio me daria o mesmo resultado satisfatório sem o sono excessivo?
É possível sim. Como o
tratamento é longo, acho que sempre vale a pena achar o remédio ideal para
cada pessoa
Desde os 12 ou 13 anos, conheci
a masturbação e os vídeos eróticos, hoje tenho 35 e sou casado. No princípio
era algo incrível que me dava muito prazer, porém agora me sinto escravo disto
pois tenho me isolado e não tenho forças para largar este vício, o que devo
fazer? Existe cura para isto e como seria diagnosticado este meu caso.
Provavelmente uma terapia e um
tratamento para Transtorno Obsessivo Compulsivo resolvem.
Estou fazendo psicoterapia a
mais ou menos um mês e meio, tenho Transtorno Obsessivo Compulsivo, várias vezes ao dia me ocorrem
pensamentos horríveis q eu ñ sei distinguir se aquilo realmente aconteceu ou
se só imaginei; o Transtorno Obsessivo Compulsivo começou a mais ou menos uns 3 anos qd eu tinha uns 13
anos (hj tenho 16), mais de forma muito leve, q nem incomodava muito mas agora
está algo insuportável. Mais minha psicóloga disse q não preciso tomar
remédio q ela só receita remédio em casos extremos, e minha mãe tb acha q
só com psicoterapia posso melhorar, e ñ faço terapia Cognitivo Comportamental.
Já consultei uma vez em conjunto com a minha psicóloga e uma
psiquiatra e ambas acham q eu ñ preciso de remédio. Há realmente a
possibilidade de eu melhorar sem utilizar remédio? Desde já agradeço pela
resposta e gostaria de parabenizar o site q tem elucidado dúvidas de muitas
pessoas.
Como não tenho certeza do teu
diagnóstico porque não te vi nem te consultei, pressuponho que seja mesmo de Distúrbio Obsessivo Compulsivo, conforme vc me escreveu:
1) A psicóloga se
responsabiliza se esperar demais por esse "momento extremo" e a
paciente cronificar, perder ano de escola, perder emprego, perder namorado, etc.
?
2) Sua mãe não tem
obrigação de saber qual é o tratamento ideal, pq imagino que ela não seja
técnica no assunto.
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