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Olá a todos. Já
se passaram 2anos que estou em tratamento de uma depressão pós- parto. Minha história se inicia qdo engravidei pela segunda vez,passei a gravidez toda com
contrações e com medo de meu bebê nascer prematuro. Entrei em trabalho de
parto com 39 semanas e este durou 8 horas, na expectativa de ocorrer um parto
normal e na água,mas minha pressão subiu muito e tive q ser levada para fazer
uma cesárea de emergência,pois estava com pré-eclâmpsia que poderia evoluir
para uma hemorragia de fígado no qual poderia ser fatal para mim e meu bebê,tive
dilaceração bilateral de útero pois o bebê já estava no canal de parto e
teve q ser retirado pelos ombros,perdi muito sangue. Após passar por um parto
complicado,fiquei muito debilitada fisicamente e psicologicamente. Em meu
primeiro mês de pós-parto ,ainda muito debilitada e frágil,tive que
acompanhar minha avó(quem me criou) na UTI, após sofrer um AVC, e infelizmente
ela veio a óbito. Posso dizer q meu mundo meio ao chão,não consegui resisti a
mais este acontecimento inusitado em minha vida. Minha vida ficou sem cor, tudo
para mim ficou sem graça,só queria dormir,não me alimentava,abandonei tudo
filhos,casa e marido. Em vários momentos de crise pensei em suicídio. Hoje ainda
estou em tratamento com psiquiatra e psicólogo,estou um pouco melhor, mas não
tenho previsão de alta. Tempo de tratamento para mim não importa, mas sim
restabelecer o meu bem estar físico e psicológico. Obrigada por poder relatar
minha vivência e espero q meu relato sirva para q outras pessoas tbém dêem seu depoimento e possamos compartilhar nossas vivências e contribuir para
desmistificar este transtorno.
Quero deixar
registrado meu testemunho para as pessoas que sofrem de síndrome de pânico e
que querem engravidar ou já estão grávidas.
Meu filho tem 4 meses e, no início, achei que não daria conta de levar a
gravidez até o fim. Tinha pensamentos absurdos e não suportava lembrar que
estava com uma criança em minha barriga e não podia tirá-la quando a síndrome
de pânico chegasse. Meu psiquiatra me abandonou quando soube que estava grávida
dizendo que não podia fazer nada por mim, pois, não podia receitar Fluoxetina.
A minha salvação, foram os sites de ajuda aonde fui aconselhada a tomar Fluoxetina
por não fazer mal a criança. Pois bem, tomei a partir do 3ª mês por não
saber que podia tomar desde o primeiro dia de gravidez por não apresentar
problema nenhum ao bebê, informação confirmada por outros médicos e venci
essa fase com a ajuda de Deus. Meu filho é perfeito e se não fosse a Fluoxetina
não sei o que teria acontecido comigo e com a criança. Agradeço os
depoimentos que me ajudaram muito nesse período tão difícil. Recomendo a
leitura do livro "Vencendo o pânico sem drogas" de Luiz Delfino
Mendes, pois, é uma grande ajuda, pois, esclarece as causas, os sintomas e as conseqüências
da síndrome de pânico, não concordo, apenas, quando o autor critica o uso de
medicamentos, pois, para mim foram extremamente necessários e eficazes.
Adorei encontrar
esse site....boa tarde Dr. e leitores...No momento acho q estou precisando de
ajuda, mas falar me faz bem então eu gostaria de contar um pouco sobre o q
estou passando....tenho 28 anos e o ano passado engravidei e para minha surpresa
de gêmeos...(uma menina e um menino)... lindo não ????
tive uma gravidez maravilhosa a não ser pelos últimos quinze dias onde em uma
semana engordei 7 kg talvez pelo inchaço... uma das bolsas furou e tive q fazer
repouso absoluto até q minha pressão subiu e lá fui eu ganhar meus bebês (um
presente de Deus).
Qdo voltei da anestesia descobri q os dois perderam muito peso e por isso teriam
q ficar na incubadora até atingirem 2kg meu sofrimento começou aí
....exatamente aí...
me dei conta de q era minha primeira experiência como mãe e logo de cara dois
bebês para cuidar..
a menina em prazo de 4 dias teve alta e ficou comigo no quarto, já o menino foi
ficando e um dia ganhava peso outro perdia e com isso chegamos a quase um mês
dentro da maternidade. ele não podia mamar no peito recebia alimentação por
sonda e cada vez q eu ia visitá-lo (de 3 em 3 horas) eu saia de lá chorando pq não
estava preparada pra td isso. O pior foi qdo completamos 20 dias lá
"presos" eu assinei um termo de responsabilidade para poderem liberar
meu menino pq ele não atingia o peso ideal e eu sabia q em casa seria
diferente. resultado, tive alta num sábado, mas em compensação na segunda
antes das 9:00 da manhã bateram em minha porta policiais e agentes da Vara da Família
para ver se o lugar onde eu vivia era adequado para dois bebês viverem (pode
isso). graças a Deus não sou rica mas minha casa esta longe de ser mal
arrumada e suja logo fomos liberados das visitas dessas pessoas. TENHO CERTEZA
DE NÃO TER FICADO DOENTE ATÉ AGORA PQ TENHO CONSCIÊNCIA DE Q TENHO DOIS SERES
PEQ E INDEFESOS PRECISANDO DE MIM... TENHO UM MARIDO MARAVILHOSO Q ME AJUDA E
MINHA MÃE TBEM ESTA SEMPRE COMIGO...VOLTEI A TRABALHAR E ISSO DE CERTA FORMA ME
DISTRAI UM POUCO.
SE ALGUÉM CHEGASSE PARA MIM HJ E DISSESSE VOU CUIDAR DE VC EU IRIA PARA MEU
QUARTO DE ME TRANCARIA LÁ POR MESES ATÉ CHORAR E POR PRA FORA TD O Q SINTO...
"SER MÃE REALMENTE É PADECER NO PARAÍSO..."
ACHO Q SOU FORTE POR ESTAR AGÜENTANDO FIRME E NÃO DEMONSTRAR ISSO PRA NINGUÉM...
AMO MEUS BEBÊS, MEU MARIDO E MINHA FAMÍLIA... SÓ DE ESTAR AKI DIGITANDO JA
ESTOU CHORANDO PRA VCS TEREM IDÉIA DO Q SINTO.
NÃO SEI SE MEU DEPOIMENTO IRÁ AJUDAR, MAS É PARA VCS PERCEBEREM Q SOMOS MAIS
FORTES DO QUE IMAGINAMOS E QUE TENDO FÉ EM DEUS ELE NOS DA FORÇA.
Olá, me
chamo Patricia, tenho 24 anos e tenho 3 filhos, um de 8 anos, outro de 2 anos e
o mais novo de 6 meses.
Desde o nascimento do meu 1º filho eu me sinto assim, não consegui ficar feliz
quando nenhum deles nasceu, às vezes tenho pensamentos estranhos, me irrito
facilmente e já cheguei até a enforcar meu filho mais velho (fato que me fez
procurar ajuda), já pedi ajuda aos meus familiares, mais eles me dizem que isto
é normal quando se tem tantos filhos, agora além da irritabilidade eu tenho
pesadelos, não tenho ânimo para me levantar de manhã, não tenho mais desejo
sexual pelo meu marido, já cheguei até em uma crise de nervoso a ficar com o
lado esquerdo do corpo paralisado, na gravidez de meu último filho aconteceram
vários fatos para agravar minha situação, em menos de 2 meses, meu pai
faleceu, meu filho nasceu e eu me mudei da casa da minha mãe para morar com meu
marido (nesta ordem, sendo que do falecimento para o nascimento do meu filho o
espaço foi apenas de 10 dias, tive uma crise nervosa no meio do parto), por
favor me ajude!!, me indique um tratamento, o que eu posso procurar?, se é
normal?, nunca fui de pedir ajuda á um estranho mais estou desesperada, tenho
crises de choro constantemente e não sei mais o que posso fazer para amar meus
filhos, gosto deles mais não os amo, e isso é horrível, não me sinto mãe...
me ajude!!!
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